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Anônimo
disse...
O RELACIONAMENTO DOS POLÍTICOS COM A ARETE. É UMA EUCARISTIA IMPRESCINDÍVEL, E QUE TODOS SEJAM PRÓSPEROS.
O relacionamento dos políticos com os artistas é muito análogo a um matrimônio. Há as fases do: flerto, namoro, noivado, casamento e o mais respeitável, a assiduidade, que poderíamos avocar de prosperidade. Os políticos têm por comprometimento compreender o comportamento dos artistas, pois eles são componentes complementares da coletividade economicamente operacional. Vale salientar que as prestezas intelectuais não são desígnio de cada indivíduo, atividades artística está mais para um dom, que para simples escolha do cidadão. A arte é uma LUZ DIVINA, uma inspiração que tem no artista seu instrumento concretização, esse tipo de expressão tem precárias elucidações, até porque não é necessário ficar ventilado circunstâncias impares. Logo, não compete a nós perpetrar ajuizamentos de valores, se é apropriada ou se maléfica. Arte é arte. Essa flama de luz que clarifica certos seres é abundantemente democrata e sem pré- conceito, porem se instala em seres independes de credo religioso, cor, sexualidade e agremiações, e distintas outras segregações que o ser humano se entende com autoridade de cunhar e dar visibilidade. A arte e o seu instrumento, o artista tem como finalidade minutar o presentemente para abonar a sustentabilidade, tanto ao decorrido, como ao porvindouro. A arte não pode, e nem deve ser vista como uma atividade guimba, marginal que carece de migalhas, mas sim, como um procedimento brioso, sublime que assim com todas as atividades laborais necessita, sim! De investimentos, consorte. A arte não pode ser vista como moeda de escambo em empreitadas, sejam elas partidárias ou não, todavia a arte é um lastro que dará musculatura rígida, incomensurável a qualquer civilização que tenha como objetivo peregrinar com suas convenientes idéias. Coloco-me como elemento coadjuvante dessa confraria tão significativa, mas ressalvado por olhares tão desenxabido. Antônio Guedes Filho Terapeuta Ocupacional (UnP) – Pedagogo (UFRN) – Pós Graduado em Gestão Contemporânea (UFRN)
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O RELACIONAMENTO DOS POLÍTICOS COM A ARETE. É UMA EUCARISTIA IMPRESCINDÍVEL, E QUE TODOS SEJAM PRÓSPEROS.
O relacionamento dos políticos com os artistas é muito análogo a um matrimônio. Há as fases do: flerto, namoro, noivado, casamento e o mais respeitável, a assiduidade, que poderíamos avocar de prosperidade.
Os políticos têm por comprometimento compreender o comportamento dos artistas, pois eles são componentes complementares da coletividade economicamente operacional. Vale salientar que as prestezas intelectuais não são desígnio de cada indivíduo, atividades artística está mais para um dom, que para simples escolha do cidadão. A arte é uma LUZ DIVINA, uma inspiração que tem no artista seu instrumento concretização, esse tipo de expressão tem precárias elucidações, até porque não é necessário ficar ventilado circunstâncias impares. Logo, não compete a nós perpetrar ajuizamentos de valores, se é apropriada ou se maléfica. Arte é arte.
Essa flama de luz que clarifica certos seres é abundantemente democrata e sem pré- conceito, porem se instala em seres independes de credo religioso, cor, sexualidade e agremiações, e distintas outras segregações que o ser humano se entende com autoridade de cunhar e dar visibilidade. A arte e o seu instrumento, o artista tem como finalidade minutar o presentemente para abonar a sustentabilidade, tanto ao decorrido, como ao porvindouro.
A arte não pode, e nem deve ser vista como uma atividade guimba, marginal que carece de migalhas, mas sim, como um procedimento brioso, sublime que assim com todas as atividades laborais necessita, sim! De investimentos, consorte. A arte não pode ser vista como moeda de escambo em empreitadas, sejam elas partidárias ou não, todavia a arte é um lastro que dará musculatura rígida, incomensurável a qualquer civilização que tenha como objetivo peregrinar com suas convenientes idéias. Coloco-me como elemento coadjuvante dessa confraria tão significativa, mas ressalvado por olhares tão desenxabido.
Antônio Guedes Filho
Terapeuta Ocupacional (UnP) – Pedagogo (UFRN) – Pós Graduado em Gestão Contemporânea (UFRN)
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