A chuva trouxe de volta antigos problemas. Pontos conhecidos da cidade ficaram alagados e crateras foram abertas ao longo das vias. Na Rua Dr. José Gonçalves, em Lagoa Nova, a água voltou a subir a calçada, mas dessa vez não entrou nas casas. Na manhã desta terça-feira uma equipe da Urbana fazia a limpeza dos bueiros, que estavam cheios de areia, e recolhia o lixo deixado pela lagoa. De acordo com o assistente de operações da drenagem, Tarcísio Alexandre, o objetivo é amenizar o problema, mas sabe que se chover forte vai encher de novo. ``O problema daqui é que a tubulação é muito pequena para a quantidade de água que recebe'', comentou.
No meio da rua, a tampa de uma das calhas estava quebrada e o problema foi sinalizado pelos próprios moradores. Segundo eles a responsabilidade é da Secretaria Municipal de Obras e Viação (Semov), mas não há previsão para resolver o problema. ``A gente foi falar com o secretário Damião Pita, mas ele disse que a prioridade esse ano é Capim Macio e Nossa Senhora da Apresentação'', disse o militar da reserva Manoel Bevenuto de Paiva Filho.
Mas nem com as obras de drenagem em andamento o bairro de Capim Macio escapa dos problemas. Na Rua Industrial João Mota, o trecho de barro virou uma lagoa impedindo alguns moradores de saírem de casa. Na Rua Valter Fernandes, entre a farmácia Pague Menos e a RedeMAIS, a lagoa voltou a se formar e obrigou motoristas a desviarem pelo estacionamento do supermercado. Apenas veículos grandes arriscavam passar no logar. Já nos trechos onde a drenagem está sendo feita não houve transtorno.
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