segunda-feira, 12 de julho de 2010


11ª CAVALGADA DE CURRAIS NOVOS - 2.000 PARTICIPANTES.

Por Escrete de Ouro

Dentro do calendário da Festa de Santana, de Currais Novos, aconteceu na última sexta feira dia 09/07, a 11ª Cavalgada. O evento deste ano contou com a participação de mais de 2.000 cavalheiros, todos percorreram as principais avenidas da cidade, o ponto de saída foi ao lado Ginásio de Esportes “O Geraldão” no Bairro JK e a chegada no CENTEPE, próximo ao Parque de Vaquejada Dr. Sílvio Bezerra de Melo.

A Cavalgada simboliza os vaqueiros que no passado saíam em caminhadas das comunidades Trangola e Totoró, no município de Currais Novos, para participarem da Festa de Santana.










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Com título da Espanha, escritas caem e escritas surgem

Foto: Fifa.com

A seleção da Espanha quebrou várias escritas históricas e estabeleceu novas ao sagrar-se campeã do Mundo pela primeira vez.

Foi a primeira seleção da Europa a ser campeã de uma Copa em outro continente; a primeira seleção a ser campeã mesmo perdendo a partida de estreia; a primeira seleção a ser campeã sem tomar gol algum nos mata-matas; e juntou-se à França de 1998 e à Itália de 2006 como as campeãs menos vazadas, com apenas dois gols sofridos.

O único recorde negativo foi o de ter sido a campeã com o menor número de gols na história das Copas. Apenas oito gols em sete jogos. Mesma quantidade que Ronaldo marcou sozinho em 2002. Para se ter uma ideia, ficou apenas com o sexto melhor ataque do torneio, atrás de Alemanha (16), Holanda (12), Uruguai (11), Argentina (10) e Brasil (9).

E aqui voltamos ao assunto defesa. O grande legado da Espanha nesta Copa do Mundo é a valorização da posse de bola. A equipe que mais trocou passes e que mais privilegiou a técnica obteve, naturalmente, um domínio maior do jogo. Controlou as ações e neutralizou o adversário. Por isso sofreu poucos gols.

E aqui há de se observar que a atuação do meio de campo foi o grande motivo de a seleção ter sofrido poucos gols nesta Copa. Não quero aqui desmerecer o desempenho de Sérgio Ramos, Puyol, Piqué e Capdevila, que foram bem, e de Casillas, que foi muito bem e terminou eleito o melhor goleiro da Copa. Mas destacar que o pilar dessa defesa foi justamente o fato de o time ser o dono da bola.

Campanha completa:

Espanha 0 x 1 Suíça
Espanha 2 x 0 Honduras
Espanha 2 x 1Chile
Espanha 1 x 0 Portugal
Espanha 1 x 0 Paraguai
Espanha 1 x 0 Alemanha
Espanha 1 x 0 Holanda

MÉS QUE UN CLUB

O Barcelona, que se promove como mais que um clube (més que un club, em catalão), foi a grande base da campeã Espanha. Sete dos onze titulares da grande final são do clube catalão. A dupla de zaga, Puyol e Piqué, o volante Busquets, a dupla de armadores Xavi e Iniesta — ao mesmo tempo, o pulmão e o cérebro da equipe — e a dupla de atacantes David Villa e Pedro. No entanto, Villa assinou com o Barça dias antes da Copa e os torcedores do Valência têm todo o direito de dizer que o artilheiro da Copa era do seu time. Oficialmente, para a Fifa, Villa é do Valência


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