Galvão Bueno fala no “limite extremo”
por Ricardo Silva
1 – Galvão Bueno falou a Isto é. Vejamos o que disse sobre a Seleção e a Copa, o criador de “no limite extremo”…
Sobre as declarações de Kaká - O Kaká, por quem eu tenho uma admiração imensa, foi infeliz quando disse que ninguém estava sofrendo tanto quanto o grupo. Grupo não é gente, pô! E as crianças brasileiras que são apaixonadas pela Seleção?
Dunga – Ele se alimentou demais de uma coisa terrível na vida que se chama revanchismo. O alimento do dia a dia dele é a revanche. Ele se perdeu quando começou a brigar com todo mundo e se alimentar das brigas.
Maior Vergonha – Fiquei enlouquecido em 94, inclusive aqueles meus gritos de “É Tetra, É Tetra”, parecendo um débil mental, é minha maior vergonha profissional.
Críticas – O cartaz “Cala a boca Galvão” foi uma vez só, colocado pelo “Pânico” para faturar em cima. O “Vai tomar no c.. Galvão” foi uma vez só, num jogo entre Brasil e Equador, e até o Cacá e o Popó (filhos do narrador) gritaram. “Galvão viado” foram várias (risos). Isso para mim é motivo de orgulho. Hoje acho divertidíssimo, é folclore.
Última Narração pela Globo em 2014 - Sim, mas certamente não será o último trabalho. Em 2018, peço a Deus que me dê saúde, quero juntar a pintainhada inteira, a família toda, botar num micro-ônibus e ir assistir à Copa como torcedor. Até posso fazer a Olimpíada de 2016, se a Globo quiser, mas a próxima Copa será a última.
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