terça-feira, 13 de outubro de 2009

CAMPEONATO BRASILEIRO - SÉRIE "B"

VASCO 4 X 1 VILA NOVA

GUARANI 2 X 1 DUQUE DE CAXIAS



POLÍTICA

O Senado aprovou projeto de lei de conversão (PLV 14/2009) que transfere para os estados e para os municípios R$ 1,9 bilhão.


Brasília - O Senado aprovou hoje (13) o projeto de lei de conversão (PLV 14/2009) que transfere para os estados e para os municípios R$ 1,9 bilhão. São recursos da União que deverão ser distribuídos como forma de auxílio financeiro aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios com o objetivo de fomentar as exportações.

A medida tem o objetivo de amenizar os efeitos da crise financeira mundial sobre a arrecadação dos entes federados. Tida como uma compensação da Lei Kandir, ela foi editada pelo governo no pacote para conter os efeitos da crise internacional sobre a economia brasileira. A medida cria também uma espécie de fundo garantidor de R$ 4 bilhões para micro, pequenas e médias empresas. Quando foi editada, o governo esperava gerar até R$ 48 bilhões em crédito no mercado.

A matéria foi relatada pelo senador Osmar Dias (PDT-PR), que acrescentou ao texto aprovado na Câmara a criação de um fundo de R$ 1 bilhão destinado ao produtor rural. "Esta é uma forma de acabar com o rolamento de dívidas", disse.

Osmar Dias ainda manteve na proposta a emenda que que dá ao trabalhador o direito de investir até 30% de seu Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em fundos, como o da Petrobras, por exemplo. “Atualmente, o trabalhador pode investir até 10% do seu FGTS e, com esta mudança, ao contrário do que disseram alguns, ele será beneficiado, porque poderá investir mais recursos se ele quiser”, afirmou.

Como a proposta sofreu alterações no Senado terá que retornar à Câmara para nova apreciação.


POLÍTICA

Lula conversa com Garibaldi


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu ontem à noite, em Brasília, o senador Garibaldi Filho e o deputado Henrique Eduardo para uma conversa sobre as alianças visando a disputa eleitoral do próximo ano. Foram 40 minutos, no Centro Cultura Banco do Brasil, onde o presidente despacha atualmente porque o Palácio do Planalto está em reforma. Garibaldi Filho disse ao presidente que não considera que o momento seja adequado para a definição de alianças.

Garibaldi Filho afirma que presidente que há divergência sobre os rumos das coligaçõesGaribaldi Filho afirma que presidente que há divergência sobre os rumos das coligações




















Garibaldi Filho disse que a conversa foi franca e cordial.
O senador admitiu ao presidente que há uma divergência no PMDB do Rio Grande do Norte. Garibaldi disse que está entre os peemedebistas que tendem a apoiar a candidatura da senadora Rosalba Ciarlini (DEM) ao governo; enquanto o presidente estadual do PMDB, Henrique Eduardo Alves prefere a aliança com o PSB, que tem como pré-candidato à sucesso da governadora Wilma de Faria o vice-governador Iberê Ferreira de Sousa.

Garibaldi Filho afirmou também ao presidente Lula que não vê possibilidade de fechar, neste momento, o apoio à ministra Dilma Rousseff, pré-candidata petista ao Palácio do Planalto. O senador disse que o presidente Lula sugeriu que talvez a “macha do tempo” se encarregue de resolver os impasses.

O senador do PMDB afirmou que o partido deve agora “abrir” um período de diálogo e entendimento para ajustar as definições das sucessões nacional e estaduais. Antes mesmo do encontro com o presidente Lula, Garibaldi Filho declarou ontem que as definições das alianças estaduais são um pré-requisito para se começar a discutir a respeito de aliança nacional. “Se colocarmos a situação nacional de imediato até que poderemos obter o consenso, mas ficaremos devendo uma solução nos estados, que tenha o mesmo êxito”, destacou Garibaldi.
Fonte: TN

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