O Governo do Rio Grande do Norte apresentou hoje (14) a proposta de
criação de um Grupo de Trabalho para reestruturação de carreiras da
Polícia Militar visando, em um processo gradual, corrigir distorções com
relação a outras carreiras da área da Segurança Pública. A medida foi
debatida em reunião na manhã desta sexta-feira (14) entre a equipe do
Governo e os representantes das associações de praças e oficiais da
Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte.
Contudo, os policiais não mudaram de ideia no sentido de interromper as
atividades a partir da próxima segunda-feira (17). Neste dia, policiais e
bombeiros militares vão se apresentar,
O Diretor
Presidente Associação dos Cabos e Soldados (ACSPM/RN), cabo Roberto
Cleiton Campos, disse que a categoria esperava algo mais concreto. “Não
tem nada de concreto, não foi apresentou nada que pudesse nos dá a
garantia de que uma negociação está aberta para que fosse construído
algo mais pra frente. O que se disse é que poderia ir pagando dívidas
que existisse do Estado com a PM, mas não disse como, nada de valores,
percentuais, prazos, previsões. Não foi apresentada tabela para que
fizéssemos simulações da folha. Não houve avanço”, disse.A reivindicação principal é a atualização salarial e os pagamentos das
folhas em atraso, além de pagamento das promoções já realizadas (abril,
agosto e dezembro de 2018) e atualização dos níveis remuneratórios. O
estopim, segundo o cabo Roberto foi a concessão de reajuste salarial
para outras categorias, como a dos procuradores.
A reunião realizada no Gabinete Civil ainda contou com a presença do
deputado estadual Coronel Azevedo. As associações militares foram
representadas pelo major Antoniel Moreira (ASSOFME), o subtenente Eliabe
Marques (ASSPMBM-RN), o cabo Roberto Campos (ACS) e o soldado Rodrigo
Marimbondo (ABM-RN).
Portal no Ar

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