domingo, 18 de outubro de 2026

 

Flávio diz em ato na Paulista que Jair Bolsonaro vai colocar faixa presidencial no filho

                                   Ato de Flávio Bolsonaro na Avenida Paulista — Foto: TV Globo
 


Durante a manifestação, candidato à Presidência afirmou que faltam sete dias para 'livrar o Brasil do PT', em referência ao segundo turno das eleições, marcado para o próximo domingo (25).

 O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) participou de ato na Avenida Paulista, na região central de São Paulo, neste domingo (18), a uma semana do segundo turno das eleições presidenciais.

Durante fala na manifestação, ele afirmou que "faltam sete dias para livrar o Brasil do PT", em referência ao segundo turno das eleições presidenciais. O candidato também disse que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), vai participar da cerimônia de posse caso ele seja eleito. "Vocês verão Jair Messias Bolsonaro colocar a faixa de presidente da República no filho dele", declarou.

Flávio Bolsonaro (PL) também disse que, caso seja eleito presidente, pretende indicar quatro ministros para o Supremo Tribunal Federal (STF) que sejam contrários ao aborto e às drogas. 

Flávio disputa a Presidência com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição. A votação está marcada para o próximo domingo (25).

Entre os aliados presentes no ato estão o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), André do Prado (PL), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), Lucas Pavanato (PL), eleito deputado federal por São Paulo, e Daniella Marques, responsável pela coordenação do programa econômico de Flávio Bolsonaro.

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), e Pablo Marçal também participam do ato de campanha de Flávio Bolsonaro (PL). Durante a manifestação, o candidato à Presidência levantou uma bandeira com os dizeres "Fora Lula e Moraes", em referência ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), seu adversário no segundo turno, e ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). 

G1


 

 

 

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